A necessidade de se chegar a acordo sobre a questão nuclear iraniana está no centro das atenções de Obama e Rohani. O presidente iraniano, apelou às grandes potências para aproveitar a oportunidade para alcançar o objetivo, com base dos progressos realizados pelo Irã. Isso também é uma resposta implícita, tal como aplicado pelo presidente dos EUA, que recentemente se perguntou se o Irã tem a vontade política para chegar a um acordo. De acordo com o presidente do Irã, o progresso nas negociações seria tangível, embora não haja ainda alguma distância entre as partes para definir totalmente o problema. Essencialmente Irã convida contrapartes para encurtar essas distâncias, sendo também no interesse de Teerã para concluir as negociações, a fim de livrar o país de sanções na íntegra. Um dos temores do Irã, mas também do mesmo Obama que o fracasso em chegar a um acordo poderia resultar na opinião da maioria do Congresso dos EUA, nas mãos dos republicanos, a adoção de novas sanções, o que tornaria os esforços diplomáticos vãs tem feito até agora e sujeitaria o país para novas dificuldades económicas iranianos. Deve ser lembrado que no centro do programa eleitoral de Rohani, não foi apenas chegar a um acordo com o Ocidente para remover as sanções e melhorar a vida da população; neste particular, que foi a base da vitória eleitoral do presidente iraniano no cargo, conseguiu até agora apenas em parte, graças à redução das sanções, por causa da disponibilidade de Teerão para participar nas negociações. O Irã também tem que explorar a conexão para ser, de fato, um aliado dos EUA na guerra contra o califado, onde as tropas de Teerã distinguiram-se no chão ao lado dos curdos na fronteira com o Iraque. Este fato facilita a atitude de Obama, que precisam de ajuda contra o Estado islâmico, a uma conclusão bem-sucedida, um factor a ter em conta, especialmente se combinado com o fato de que o presidente cessante quer terminar seu mandato sem deixar a questão em aberto, no entanto, sensação de que os iranianos levam tempo é um aspecto tangível, porque você não vê a necessidade de prorrogar o prazo de 31 de Março, marcado para chegar política, preparatório para a final a ser alcançado até julho. Esta nova situação propôs seguinte a mais alta autoridade do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que disse que se opunha à definição do acordo em duas fases, como ele tinha aceitado anteriormente do mesmo país do Irã, definindo este calendário uma imposição desnecessária de regras e advertências por parte das grandes potências. Resta claro que, com essa mudança no prazo de 31 de Março seria superado e seria ir diretamente ao de julho sem qualquer acordo prévio. Nesta deslizamento encaixar as dúvidas das partes para o acordo em contrário, vêem neste tempo ganho o período necessário para concluir seus estudos sobre os militares, em vez de civis Irã nuclear. Além disso Teerã ameaçou explicitamente a utilizar as instalações, agora, ainda assim, com centrífugas capazes de enriquecer urânio, alimentando as suspeitas daqueles que acreditam que as intenções dos iranianos opõem-se as alegações. A situação está vinculado a uma evolução não é fácil de prever, com eventuais consequências sobre mais de um cenário; certamente, se o Irã vai perder o compromisso que havia assinado vai alimentar dúvidas de que eles não serão chamados ilegítimo.
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