Os EUA o presidente Barack Obama pediu a autorização do Congresso dos Estados Unidos da força militar contra o Estado islâmico. De acordo com analistas do progresso da Casa Branca no terreno feita pela coalizão internacional no Iraque e na Síria contra as forças do califado, autorizar um otimismo real para a derrota final dos jihadistas. No cenário atual pode ser necessária a participação de tropas americanas na luta de chão para acelerar a derrota do Estado Islâmico. Obama não antecipar um estado de guerra permanente, como aconteceu no Afeganistão e no Iraque, com um compromisso considerável de forças norte-americanas envolvidas na ocupação militar do território, mas sim, a utilização orientada e operações altamente especializados em especialmente selecionados. Poderia ser para apoiar os combatentes aliados em fases particularmente delicadas na defesa dos objetivos estratégicos, um maior compromisso com a libertação de reféns ou a captura dos vértices do Estado islâmico. No entanto, o pedido formal apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, que exige uma autorização com um limite de três anos, então um tempo relativamente longo. Certamente as razões para este pedido irá residir em os EUA para recuperar o território do Iraque, após a vitória final, que deve chegar bem antes dos três anos exigidos. A intenção da Casa Branca há uma necessidade de eliminar da vida política e militar a todos aqueles que contribuíram para a formação do Estado islâmico, preenchendo as lacunas dos executivos iraquianos foi para o governo, com a aprovação dos americanos. Obama pensa mais operações cirúrgicas do tipo da que levou à eliminação de Osama Bin Laden. A situação é diferente para a Síria, seja no Iraque, intenções de Washington são bem definidos, para Damasco ainda não está claro como eles vão continuar. A conduta equivocada de Assad, que em muitos casos, teria favorecido as forças do califado para erradicar a oposição democrática, é uma questão mais do que o futuro do país Syrian uma vez que o califado teve de ser derrotado. A posição oficial dos Estados Unidos sempre foi o de rejeitar uma aliança com Damasco, não reconhecendo a legitimidade para governar. No entanto Assad pode contar com a aliança da Rússia, que não está envolvido no conflito e a do Irã, que é implantado no lado dos americanos, em uma aliança sem precedentes e não oficial contra o Estado islâmico, que opera no Iraque, só para fronteira com Teerã. Nesta situação deve ser adicionado a posição das monarquias do Golfo que pressionam para uma queda de Damasco, em favor dos grupos muçulmanos sunitas moderados. Em um ambiente heterogêneo por isso, é difícil entender como eles vão passar os militares dos EUA no país Síria, após a eventual queda do califado. Pode-se supor que terá como alvo as forças ainda leais a Assad? Para o momento, é impossível responder a esta pergunta, no sentido de que as intenções americanas seriam aqueles de deixar cair Damasco, mas não se sabe como será a situação geral, tanto militares como internacional, que ocorrerá quando e se o Estado islâmico será derrotado em Síria. Estas considerações devem consultar o Congresso para autorizar a solicitação por Obama, embora a composição da maioria republicana não deve perder o seu apoio a um longo pedido de decisão apenas das fileiras desse partido. O Congresso dos Estados Unidos é o de autorizar a intervenção militar pela primeira vez desde 2002.
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